Extraia a riqueza dos seus princípios
ativos
Descrição:
A gama de plantas em bolsa de Soria
Natural, permite preparar em infusão ou decocção e extrair a riqueza dos seus
princípios ativos, como se tem feito desde tempos imemoriais.
Esta planta
procede do cultivo próprio que Soria Natural planta ao redor do laboratório de
produção, nos quais não são utilizados adubos inorgânicos, herbicidas nem
pesticidas. Estas plantas são colhidas no momento ótimo, de maior riqueza dos
princípios ativos.
O Cardo Mariano é uma planta bianual, de 40 cm a 1,5 m
de altura, com uma raiz ramificada grossa, que dá origem a uma roseta de folhas
grandes. Caule ereto, robusto, ramificado, estriado, nu na parte superior.
Folhas alternas, grandes (as basais até 50 x 25 cm), pinnatipartidas, com
lóbulos altamente desenvolvidos, formando franjas tridimensionais (ilustradas
acima à direita). As folhas caulinares vão-se tornando menores, menos divididas
e com uma base auriculada. Todos elas têm uma margem muito espinhosa, com nervos
prolongados em espinhos de diferentes tamanhos, muito afiados e direcionados em
todas as direções. Limbo verde escuro, brilhante, com manchas brancas
irregulares. Tomentos laxantes na face e na parte de baixo quando é jovem, perde
os pelos à medida que se alarga. Capítulos terminais solitários, muito grandes
(3-8 cm), de flores tubulosas, roxas, num invólucro com brácteas externas
espinhosas, muito lacerantes. Receptáculo com numerosos tufos de pêlos brancos
entre as flores (não confundir com os vilanos). Flores hermafroditas, com corola
actinomorfa de cor purpura.
Os frutos são pequenos, aquénios (uma única
semente), ovais, ligeiramente achatados, 6-7 mm de comprimento e até 3 mm de
largura, com uma espessura de cerca de 1,5 mm. O pericarpio ou o tegumento é
preto pardo, brilhante ou castanho acinzentado opaco, com estrias escuras ou
cinzentas esbranquiçadas. Na extremidade superior pode observar-se uma saliência
cartilaginosa, anular, amarelada; na parte inferior, de lado, um fio
canaliculado. No fármaco foi removido o vilano, brilhante e prateado, que sai
facilmente. Há variedades brancas, cinzentas e pretas. Pertence à família das
Compostas-Tubulifloras.
É originária do Sul da Europa, Ásia Menor e Norte
de África. Também vive na Europa Central e aclimatizou-se na América e no Sul da
Austrália. A maior parte da planta é importada, sobretudo da Argentina, China,
Roménia e Hungria. Cresce em solos profundos, nitrificados e húmidos da região
mediterrânica; ao pé dos muros, beira das estradas, lugares não cultivados de
quase todo o país, mas muito pouco no Norte. Floresce entre o final da primavera
e o início do verão e é colhido no outono. Para a sua colheita, primeiro
cortam-se as cabeças e depois deixam-se cair os aquénios.
É também
conhecida pelo nome de: cardo de Santa Maria, cardo de Maria, cardo-de-leite,
cardo leiteiro, cardo manchado, cardancho, cardo burriqueiro, cardo-asnal,
cardo-pinto, cardo-de-beira, hedegar.
Há uma tradição antiga que se
refere às manchas brancas das folhas desta planta, aludindo que foram produzidas
pelo leite da Virgem Maria. Era usado pelas mães na época da lactação.
O
cardo mariano é principalmente um regenerador hepático (hepatoprotector), embora
seja também um colagogo (favorece a eliminação da bílis da vesícula biliar) e
tem um efeito digestivo. É indicado em casos de cirrose, alcoolismo, hepatite e
insuficiência hepática.
Ingredientes:
Silybum
marianum, sementes e parte aérea.
Poderá conter vestígios de
glúten.
Modo de Utilização:
Infusão: Colocar 1
colher de chá de planta por chávena. Juntar água a ferver, deixar repousar 5-10
minutos e filtrar.
Decocção (raiz, caules): Deitar a planta em
água a ferver, ferver durante 2-5 minutos, deixar repousar 5-10 minutos e
filtrar, na proporção de 1 colher de chá por
chávena.
Apresentação:
Embalagem de
75g
Avisos:
Conservar em local fresco, seco e ao
abrigo da luz.